Já estava na altura de mudar o aspecto ao estaminé. Pretende-se a mesma simplicidade e um ar mais fresco – daí o fundo branco, os cinzas e o laranja que tanto me agrada. Espero que, ultrapassada a estranheza da mudança, também gostem.
Já estava na altura de mudar o aspecto ao estaminé. Pretende-se a mesma simplicidade e um ar mais fresco – daí o fundo branco, os cinzas e o laranja que tanto me agrada. Espero que, ultrapassada a estranheza da mudança, também gostem.
Pouco religioso, mas mais uma vez um belíssimo post do Estranho Amor. É matemático.
Um passeio gastronómico para os lados de Cantanhede, na companhia de bons amigos, proporcionou mais um Café Central para a colecção. É o quinto.
Para lá do blogue há sempre alguém que, a pouco e pouco, vamos descobrindo até termos a sensação de conhecer. Acontece mais depressa com uns, mais lentamente com outros; a identificação é maior com uns, menor com outros.
Há casos em que apetece falar de amizade.
(Depois vem a consciência intrometer-se, assim como esta linha de texto, dizendo “Nem se conhecem.”)
E nem assim desaparece a tal sensação.
Esta semana tivemos a visita de alguém que nos habituámos a ler.
Falámos de cinema, livros, música e, claro, blogues. Como já sabíamos que iria acontecer. Afinal de contas, já nos conhecíamos.
(Ou conhecer é apenas ter visto?)
Ficou prometido novo rendezvous, com mais tempo e jogatana pelo meio.
[Obrigado pela simpática e original prenda.]
… é porque a vida não permite mais. Pelas melhores razões: entre família e amigos, jantares, filmes, exposições e concertos, o blogue, compreenda-se, tem que esperar. Terá sempre o seu tempo, mas agora até tem outro concorrente, para o pouco tempo livre que vai sobrando.
Nos últimos dias, este blogue foi sujeito a umas férias forçadas. Um problema no servidor da Simplesnet obrigou a que guardasse algumas palavras que, noutra qualquer altura, lá teriam ido parar. Acontece. Uma vez que o problema continua por solucionar e as explicações foram parcas, o blogue continuará por aqui. O virtual segue o exemplo do real: casa nova, vida nova. O que importa agora é aproveitar os poucos dias que restam até novas férias – estas programadas.
…marquemos lugar por aqui.