Durante vinte e cinco minutos, o mundo podia ser isto.
Por estes lados, é o álbum mais esperado do ano. Junho será o mês da revelação total, mas já é possível ouvir e fazer o download de Calgary.
[Para os mais curiosos, a capa do álbum é uma pintura de Gregory Euclide]
Se a actividade desta página verificar algum abrandamento, terei que atirar a culpa para as férias. É verdade que, sem trabalho, o tempo livre devia aumentar; o problema – fossem todos os problemas este – é que a lista de afazeres cresce ainda mais. Uns dias de Aguda, para começar. Aquela que durante muitos anos foi a minha morada, será por uns dias nossa casa de férias. Com os amigos mais perto, espera-se muito convívio. Posto isto, deixo por aqui qualquer coisa que pode ser vista e ouvida muitas vezes antes de começar a cansar.
Na rádio Triple J, Justin Vernon pegou na guitarra e emprestou o seu registo tão pessoal a um tema de Feist – The Park. Foi então que aconteceu uma coisa que nos leva até Lavoisier. É que, se o original nada perdeu e esta versão tem tanta força, de onde veio a transformação? Da natureza do talento de Bon Iver, certamente.
Fazia aqui falta a música deste Justin que se deu a conhecer pelo nome de Bon Iver. Dois mil e oito – assim mesmo, por extenso – foi o ano dele, para mim. Blood Bank, o novo EP, deixa antever que um novo trabalho não tardará.
Depois de se saber que Janeiro será o mês do lançamento dos novos trabalhos de Antony and The Johnsons e de Andrew Bird, sabe-se que Bon Iver lançará na mesma altura o EP Blood Bank.