É o décimo – mesmo com o “l” em queda. Fica em Cantanhede e foi gentilmente enviado pela amiga Sara Rosas, a quem agradeço a atenção.
É o décimo – mesmo com o “l” em queda. Fica em Cantanhede e foi gentilmente enviado pela amiga Sara Rosas, a quem agradeço a atenção.
Largos meses depois, surge novo Café Central. É o nono e teve o simpático contributo de António Chaves. Façam o favor de dar um salto a Celorico da Beira.
Mais de meio ano depois, a actualização esperada: é o oitavo Café Central. Fica em Arcozelo e, por estar tão ao alcance, acabou por ir caindo no esquecimento. Falha hoje corrigida.
Tanto se passam meses sem uma actualização, como se chega a uma semana com duas. Em Campo de Besteiros encontrou-se o sétimo Café Central.
Há mais um Café Central no levantamento que tem vindo a ser feito. É o sexto e fica em Aveleda.
Um passeio gastronómico para os lados de Cantanhede, na companhia de bons amigos, proporcionou mais um Café Central para a colecção. É o quinto.
Setúbal, Tróia, Lisboa e Óbidos. Nos últimos dias, estes foram pontos de passagem. Coisa breve, mas bem aproveitada, em grande companhia. A máquina andou quase sempre à mão e, se o tempo não me escapar, não faltarão aqui registos fotográficos de alguns dos momentos passados.
Por enquanto, fica apenas a indicação de mais um Café Central descoberto. E vão quatro.
Entre os bons momentos que encheram o fim-de-semana, ainda deu tempo para conseguir duas novas entradas para o Café Central - Vila Nova de Cerveira e Caminha.
Ideia de partida: fotografar e juntar no mesmo espaço os muitos cafés com este nome. Será certamente um blogue de actualização esporádica, uma vez que estará sempre dependente da descoberta de um novo Café Central. Estarei na companhia de um amigo – e primo; e padrinho – com uma grande paixão fotográfica e que, ao comando da sua mota, tornará esta tarefa mais fácil.
O primeiro registo deu-se em Vouzela. Os próximos, as nossas voltas o dirão. Para acompanhar, aqui.