O banqueiro anarquista

Enquanto a leitura de 2666 continua a não ter final à vista, houve tempo para uma rápida leitura dos dois primeiros livros de Fernando Pessoa oferecidos pelo jornal i, às sextas. Sobre A mensagem, ainda que reconhecendo genialidade em muito do que li, nada direi. Da poesia para a prosa, onde me sinto bem melhor, cheguei a O banqueiro anarquista. E se a escrita de Pessoa é simples e bem estruturada, a clarividência da argumentação e o método de construção são de tal forma consistentes que a aparente contradição do título desta obra se desmorona antes do meio do livro. Banqueiro e anarquista só aquando da leitura do título me pareceram palavras antagónicas.
A referida colecção do i terá dez obras e pelo menos um leitor atento.

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2 thoughts on “O banqueiro anarquista

  1. Liliana Cardoso diz:

    Olá Bruno! Tudo bem? Espero que sim. Fernando Pessoa é o que mais amo em toda a Literatura Portuguesa. Não há mais nada que me mova tanto.Talvez gostes do livro “Os últimos três dias de Fernando Pessoa” de António Tabuchi. Se não o encontrares, tenho todo o gosto em to emprestar!Boas leituras. Se vais ler Pessoa, serão muito boas, de certeza.

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  2. Menphis diz:

    Estou a meio da leitura e a gostar bastante. Apesar de ter 3 Antologias poéticas do Fernando Pessoa, esta colecção não me tem fugido.

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