Monthly Archives: Dezembro 2012

2013

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Que todos tenham motivos para gramar o ano novo.

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Jogo atípico

Esta noite, o FC Porto foi ao Estoril fazer um jogo atípico porque 1) quase perdia, coisa que não acontecia naquele estádio há trinta e cinco anos, 2) não vi o jogo e, acredite quem quiser, 3) consegui ver dois dos quatro golos em directo, um na TVI e o outro na SIC.

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Listagem de verdades (breve excerto)

Que a validade lógica não é garantia de verdade. Que as pessoas más nunca acham que são más mas que todos os outros o são. Que é possível aprender coisas importantes com pessoas estúpidas.

David Foster Wallace, A piada infinita

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Spam natalício [mas sentido]

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Momento publicitário

Minerva
Produto nacional. Excelente design, oferta interessante e muita qualidade. Portugal conserva-se assim, dentro de latas como estas.

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Música para dias muito cheios

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Armado em olheiro III

André Carrillo
Nos pés não falta nada, a cabeça ditará o futuro.

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Acabar em palco o que começou no quarto

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A realidade está aí

Neste momento, parece que está tudo a viver. Viver mesmo. A realidade. Parece que há quem converse. Diz que é por uma rede social estar em baixo. Está tudo a viver a realidade. A excepção arranjou tempo para escrever isto.

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Escrever como quem respira

O rapaz gostava de escrever. Escrevia por tudo e por nada. Qualquer coisa lhe servia para começar a fazer combinações mentais de palavras, a testar-lhes a sonoridade. O papel vinha depois. É argumento muito repetido dizer que gostava de ver a folha em branco começar a ganhar cor. É argumento repetido dizer que escrevia como quem respirava, naturalmente, de forma inconsciente. Um dia pediram-lhe para escrever sobre determinado assunto, com uma finalidade específica. Escrever por obrigação. E foi como quando o médico pede para respirar normalmente. Estranho. – O que é isso de respirar normalmente? Dava voltas à cabeça a pensar se não era isso que sempre fizera. Forçava-se a respirar como lhe parecia ser normal. Estaria a fazê-lo bem? Estaria a fazê-lo de forma artificial? Respirara toda a vida e, naquele momento, quando lhe pediam Respire normalmente, parecia não o saber fazer.

Da paternidade #16

Os filhos revelam a verdadeira dimensão que tudo pode tomar. Seja amor, felicidade, ou medo.

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Música a pedir calma

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Armado em olheiro II

Salim Cissé
Olho para o que joga e para a idade que tem. Pede atenção.

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P’ro Natal, o meu presente, eu quero que seja… [IV]

Cama de gato
[Série de posts a publicar até ao Natal. O título deve ser cantado.]

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O infinito também se esgota

Se é verdade que não avancei grande coisa na leitura de A piada infinita, também é verdade que já lhe encontrei mais gralhas do que esperava encontrar. Fui condescendendo por saber que a obra, além de imensa em tamanho, é de alguma complexidade. Há muitas vozes, muitos registos orais diferentes e muitos termos técnicos. No entanto, depois de ler dois textos críticos (mas muito acertados) de Gonçalo Mira, que tem comparado a tradução portuguesa com o original, fiquei ainda mais atento a possíveis erros. Se, inicialmente, me era fácil compreender uma falha de revisão, agora fico sempre com a impressão de que a falha pode ser mais do que uma falha. Pior: fico com a sensação de que esta edição foi apressada, que se estipulou uma data para lançamento e que foi preferível cumpri-la a dar mais atenção a um livro que a pedia. E é com esta sensação que vou lançar-me ao que me falta ler: quase tudo! Sem os probelmas da comparação com o original, vou seguindo caminho por entre “erros menores”, pontos que deviam ser vírgulas e interrogações que não o deviam ser. A continuar assim, suspeito que a piada, como diz Gonçalo Mira, deixe de ter tanta piada.

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