A memória do ouvido


Não sei se há explicação para isto, mas também não estou interessado em procurá-la: no dia em que me preparava para vir de férias, cheguei a esta música (via Twentyfourbit) e, mesmo sem tempo para a trazer comigo, dou com Johnny Flynn no meu ouvido, sem querer abandoná-lo. É das palavras e do poema. É do crescendo de metais. É da forma catártica como é cantada a música.  É de tudo. O ouvido tem boa memória.

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