A bíblia do desporto

se a bola não percebe de livre e espontânea vontade que o benfica não está à altura dos seus sonhos, tem de ser obrigada a isso. tem de haver uma lei que a obrigue a falar apenas do porto e a glorificar o porto, até que sejamos todos portistas e regozijemos com as suas vitórias e comecemos a trabalhar alegremente a cada vitória do clube do norte, porque os seus jogadores assim o merecem e porque assim estaremos novamente a investir no país. não entendem. tem de ser. não faz sentido uma nação de gente que sofre por um perdedor obrigado a ganhar. é masoquismo. há que desistir de utopias parvas, dessas que facilmente são substituídas por outras hipóteses, como sucedâneos perfeitos. perfeitos, até melhores.

valter humo mãe, a máquina de fazer espanhóis

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