Quando se matava alguém do próprio exército, por uma razão puramente individual, tornava-se visível que se odiava muito menos o inimigo do país ou das suas ideias sobre o mundo do que o seu inimigo pessoal. O ódio pessoal tinha uma potência não igualável.

Gonçalo M. Tavares, Aprender a rezar na Era da Técnica

Do ódio

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