Jerusalém

JerusalémDepois de um muito bom Aprender a rezar na Era da Técnica e de um bom A máquina de Joseph Walser, chega um excelente Jerusalém. Há, neste terceiro livro negro da série O Reino, tudo o que de bom já se havia registado nas anteriores leituras – a forma dura e crua de narrar, a filosofia e o modo de a ligar à história – e mais ainda. Em Jerusalém, o que há de bom divide-se e multiplica-se, à medida das necessidades, entre os muitos protagonistas da narrativa. A maldade é, neste volume, abordada enquanto percorre a ténue linha que separa as mentes sãs das mentes perturbadas. É um novelo maravilhoso, que tem que ser desenrolado por muita gente. Porque merece.
Gonçalo M. Tavares revela uma consistência notável. A minha incursão pelo O Reino terminará, com uma urgência provocada, com o livro que inicia a tetralogia.

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