Bartleby

Ler Bartleby foi perceber o quão estupidamente tarde cheguei a Herman Melville. Basta um livro breve como este para perceber a escrita transparente do autor, que revela uma capacidade singular de contar uma história, de descrever todos os acontecimentos com clareza. Lê-se como se se estivesse a ver e a sentir. E à história perfeitamente contada junta-se a incrível personagem que lhe dá o nome, Bartleby, personificação da inércia, da inacção. Podia alongar-me mais em considerações sobre este livro, mas podia resultar em qualquer coisa mais extensa do que a própria obra e, mesmo assim, não lhe fazer justiça: i would prefer not to.
Herman, Herman, ver-nos-emos em breve, te garanto.

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