Amor natural

Lamento, poesia, ainda não foi desta. Lamento, Drummond. Voltei a esbarrar com estrondo num género que nunca me foi fácil. Há, neste Amor natural, umas quantas linhas de que gosto, mas pouco mais. O erotismo dos poemas aqui reunidos também não ajuda – muito pelo contrário. Não consigo dizer muito mais: por um lado, não entendo o suficiente para dizer que é bom ou mau; por outro lado, não gostei o suficiente para dizer sequer “experimentem”.
A poesia que me desculpe. Carlos Drummond de Andrade que me desculpe. A culpa é só minha. Estranhamente, gosto de uma prosa poética, com preocupações rítmicas e sonoras, mas quase nunca alcanço a satisfação na poesia pura e dura.

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