Um absurdo cheio de graça

A primeira vez que ouvi falar de Grace VanderWaal (obrigado, Mariana), já ela tinha vencido o America’s Got Talent. Até aqui, tudo bem. O que realmente me surpreendeu foi perceber que essa vencedora era uma menina de doze anos… a cantar originais seus. Aquilo que ouvi deu-me a certeza de estar perante um daqueles raros casos de genialidade. Tudo me impressionou: as letras, as composições, a postura e o domínio de uma voz imperfeita. De ukulele, todas as actuações que lhe vi – e vi-as todas de seguida – foram dignas de espanto. Nessa altura, percebi que havia uma menina que, aos doze anos, podia fazer daqueles álbuns que eu era capaz de querer comprar. Recentemente, dei com a pequena Grace numa adorável sessão da Paste Magazine e, desde então, as palavras dela não me têm saído da cabeça. É, realmente, uma menina que não joga pelas regras do jogo, como nos canta numa viciante e já tornada viral I don’t know my name. É um talento de uma precocidade absurda. Que o futuro não a molde a ideias que não são dela, como nos parece garantir em Clay. Grace VanderWaal tem um canal de Youtube com vídeos muito adequados à sua sonoridade e já tem o seu primeiro EP, Perfectly Imperfect, à venda, mas vou deixar que procurem tudo isso depois. Por agora, recuemos um ano, à raíz do que aqui me trouxe:

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