Monthly Archives: Agosto 2017

Morning blues

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Literadura

Ouvir, num documentário que passa na RTP3, um velho pescador dizer que as marés são o mar a respirar e outro a descrever a tundra ártica como um branco imaculado sob um céu que é um abismo. Vidas duras. Literaturas.

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In the classroom the children gather their hands
They’re dancing to some chanson from some ancient land
And they’re spinning in circles and the spirits they weep
I’m just gonna I’m just gonna close my eyes
Rest is as good as sleep

Leif Vollebekk, Rest

Rest is as good as sleep

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Bom dia. Boa semana.

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Microcosmos [o tempo]

Saíram do Alentejo em Agosto e, dois dias depois, estavam em Novembro.

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Microcosmos [a auto-estrada]

Brevíssimo manual de utilização: encoste à esquerda e ultrapasse. Nem que seja apenas a faixa da direita.

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Bom dia. Boa semana.

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Leituras de praia

Sem ter lido mais do que cinco páginas do tijolo a que me tinha proposto para as férias, resta-me a satisfação de já ter visto pela praia, entre as Nora Roberts e os Sparks, um Gonçalo M Tavares, dois Orwell, um Eduardo Mendoza e um Roberto Bolaño. 

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Bom dia. Boa semana.

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A vida morre onde a violência tenta apagar a sua originalidade, as suas peculiaridades.

Vassili Grossman, Vida e destino

A morte da vida

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Bom dia. Boa semana.

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Acredite quem quiser

Já me comprometi: só levarei um livro para as férias!

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O ruído do tempo

Julian Barnes é um nome que há muito me despertava curiosidade, mas a que, por uma razão ou outra, ainda não tinha chegado. Títulos como O papagaio de Flaubert e O sentido do fim entraram para a lista sem fim à vista que são os livros que quero ler. Chegar primeiro a O ruído do tempo foi obra de uma visita relâmpago à biblioteca e, confesso, não foi um acaso proveitoso. Neste livro, que se apresenta como uma biografia ficcionada, a escrita acaba por ser mais documental, mais objectiva, afastando-se ligeiramente daquele que, por norma, é o meu registo de preferência. Foi um livro que me passou sem deixar marca. Uma história que se resumiu a uma sucessão de factos e onde a mão de Barnes, ainda que muito profissional, muito capaz e até muito adequada à biografia que este livro pretende ser, conseguiu pouco para me agarrar. Mal menor, foi não ter beliscado a minha vontade de ler os seus outros livros que já aqui apontei.

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