Category Archives: Blogosfera

Revista de imprensa

No sábado, ao fazer a revista de imprensa, espreito mas evito megulhar, o lago está demasiado poluído. Entre várias indecências noticiosas, encontro Gentil Martins a nadar contra a sua própria inteligência, um homem incapaz de compreender o seu molde, a afundar-se pela tardinha na intolerância.

António Reis, em portográfico.

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Boa vizinhança

Regressa ao activo um blogue que conheci há uns bons anos e que trouxe para o círculo das amizades. E depois para a família. Volta a estar-se melhor na blogosfera. 

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A posta no Nobel

Na véspera do anúncio do Nobel da literatura, numa entrada do Bibliotecário de Babel, atirei o nome de Mo Yan para vencedor. Isto sem alguma vez ter lido o que fosse do chinês. Apenas pela análise à distribuição geográfica dos últimos prémios, pela verificação dos nomes constantes nas casas de apostas e pelo facto de descartar o nome mais sonante do oriente (Murakami) por achar que a academia não se encanta pelo seu registo. Deu certo, como podia ter dado errado. Aproveito a confiança para, com um ano de antecedência, dizer que o próximo é para o continente americano. Talvez Roth, talvez DeLillo, talvez Cormac (de Pynchon os suecos devem ter medo). Fica dado o bitaite.

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Lavar a cara

Nisto da blogosfera, não é preciso que seja todos os dias, mas de vez em quando faz falta. Mais espaço para a palavra, a mesma simplicidade e outras cores. Do laranja fez-se azul. O mesmo que Lisa Hannigan fez com a lua, emprestada por Elvis. Bom fim-de-semana.

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Café Central em dose dupla

São eles o Café Central #12 e o Café Central #13. No Alvor e em Paredes de Coura, respectivamente. Um capturado em tempo de férias (com tiques de estrangeirismo), outro enviado pela amiga Sara Rosas, a quem volto a agradecer. Que muitos mais se sigam.

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Café Central #11

Não tem sido uma página com actualizações muito frequentes, mas com uma ou outra ajuda, lá vai seguindo caminho. Já são onze, mas não dão para fazer uma equipa de futebol. Este fica em Quiaios.

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A impossibilidade de me situar

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[Novamente via Delicatessen]

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Os direitos do leitor

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[Via Delicatessen]

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Acordo fotográfico

Numa fotografia, alguém lê. Este é o princípio de um blogue que merece visita.

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“Roubado” por 20 cêntimos

Há muito que Enrique Vila-Matas estava na minha categoria de autores must read. O mal de Montano, vencedor do Prémio Herralde, do Prémio Femina (França) para melhor romance estrangeiro e do Prémio Nacional da Crítica, afigurava-se como uma boa hipótese para me iniciar na obra do autor espanhol. O livro marca 20,14€ na Wook e podia ficar-me por 18,13€ na Fnac (preço aderente). Acontece que surgiu a oportunidade de o licitar a partir dos 7,50€  no Déjà Lu. Por se tratar de um projecto em que todos os ganhos revertem para a APPT21 e o Centro de Desenvolvimento Infantil DIFERENÇAS, resolvi abrir o leilão num valor mais justo. 10€ uma, 10€ duas  e tudo estava bem encaminhado (fui verificar algumas vezes) para o 10€ três, quando alguém decide aumentar 20 cêntimos à minha licitação. Não se faz. Eu sei que sempre são mais 20 cêntimos para uma boa causa, mas sentia-me melhor se o número tivesse sido mais redondo. Duas conclusões: ainda não foi desta que cheguei a Vila-Matas e ainda não foi desta que trouxe um livro do Déjà Lu. Resta-me a satisfação de ir contribuindo para o aumento dos valores das licitações e a certeza de que um dia destes chegará a minha vez.

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Café Central #10

É o décimo – mesmo com o “l” em queda. Fica em Cantanhede e foi gentilmente enviado pela amiga Sara Rosas, a quem agradeço a atenção.

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Café Central #9

Largos meses depois, surge novo Café Central. É o nono e teve o  simpático contributo de António Chaves. Façam o favor de dar um salto a Celorico da Beira.

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Estrelinhas e entrelinhas

Por ter levado algum tempo a ler tudo o que se foi comentando, só agora trago à baila uma discussão que já tem uns dias. Tudo começou com um post de Maria do Rosário Pedreira sobre uma crítica de José Riço Direitinho a um livro de Valter Hugo Mãe. Não, tudo começou com a tal crítica a O filho de mil homens, ou com as estrelinhas a ele atribuídas. Entre gente que leu a crítica, gente que leu o livro e gente que não leu uma coisa nem outra, a discussão conta já com 119 comentários.
Nas entrelinhas, levantam-se suspeitas, trocam-se acusações e o essencial (escrito num ou noutro comentário) fica para segundo plano:
1) A crítica literária pode partir de qualquer um (depois haverá sempre os mais capazes, os mais preparados), em qualquer situação (idade, sexo e credo),desde que tenha lido o livro em causa;
2) A crítica literária é tão mais pessoal quanto o gostar do azul e não do vermelho;
3) A crítica literária é, desde que não sirva para achincalhar ou insultar, obrigatoriamente aceitável (concorde-se mais, menos, ou nada);
3) Atribuir entre zero e cinco estrelinhas a um livro é tarefa complicada  e redutora (haverá o três que é quase quatro, o três que só é três porque é ligeiramente superior ao outro que foi dois);
4) As estrelinhas que alguém atribui a um livro só podem comparar-se com outras por si atribuídas (consequência do ponto 2);
5) As estrelinhas atribuídas a um livro de um determinado género literário não podem ser comparadas com as atribuídas a livros de outro género (até podem, mas é comparar o coiso com as calças);
6) Todos os géneros literários têm os seus zeros e cincos;
Espécie de corolário) As opiniões são como as vaginas: cada um tem a sua e quem quiser dá-la, dá-a.
Conclusão) Como referi inicialmente, levei algum tempo a ler tudo o que foi escrito a propósito do post de Maria do Rosário Pedreira. Tempo que tinha sido tão bem aplicado na leitura que tenho em mãos

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E nós, quem somos?

E nós, quem somos?

[Via Bibliotecário de Babel, via Livreira Anarquista.]

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Os livros e as estrelas

Na sua centésima edição, a revista Os Meus Livros publicou uma lista de obras literárias que, no decorrer da sua existência e na opinião dos seus colaboradores, mereceram as tão desejadas cinco estrelas. Nessa mesma edição, ficou a promessa de publicar a lista completa, desta feita no blogue da revista. Promessa cumprida. Dessa extensa lista (com 412 entradas), verifiquei que li vinte livros. Destes, apenas a metade atribuiria as cinco estrelas. A um ou outro chegaria mesmo a atribuir três estrelas. Retiro daqui duas conclusões. Um: na literatura, a distinção entre o bom e o mau não oferece grande contestação, mas na distinção entre o bom e o excelente (com o muito bom pelo meio) entra muito muito de pessoal, muito daquilo de que é feito o próprio leitor; dois: a Biblioteca de Babel saída da cabeça de Jorge Luís Borges talvez seja uma ideia utópica, mas a verdade é que já li qualquer coisa e ainda não li nada.

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7 anos desta brincadeira

Ontem passou-me completamente, mas a verdade é que sete anos já não podem passar sem uma pequena referência.
Isto é muito feito a pensar no umbigo, mas sabe bem ter por cá visitas. Obrigado.

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Cara lavada

Já estava na altura de mudar o aspecto ao estaminé. Pretende-se a mesma simplicidade e um ar mais fresco – daí o fundo branco, os cinzas e o laranja que tanto me agrada. Espero que, ultrapassada a estranheza da mudança, também gostem.

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Café Central #8

Mais de meio ano depois, a actualização esperada: é o oitavo Café Central. Fica em Arcozelo e, por estar tão ao alcance, acabou por ir caindo no esquecimento. Falha hoje corrigida.

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Poupar e ajudar [sim, ao mesmo tempo]

Volto à carga com os livros. Desta vez, um blogue em que são leiloados livros (umas vezes novos, por vezes até assinados, mas normalmente usados) com valores base de licitação bem interessantes. É o Déjà lu. Depois, porque as receitas apuradas dos leilões revertem inteiramente para a APPT21 (Associação Portuguesa de Portadores de Trissomia 21) e para o Centro de Desenvolvimento Infantil DIFERENÇAS, os valores até chegam a aproximar-se dos de mercado. Fica a satisfação de poder trazer livros para casa ao mesmo tempo que se ajudam instituições de grande valia.
Há por lá livros de todos os géneros, por isso vale a pena espreitar.

[Também se podem enviar livros para leilão.]
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O “painél” da WordPress

Não sei se é recente, sei que é irritante. Muito.

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