Category Archives: Dos dias

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Continua a ser muito fácil gostar tudo de ti. O que requer mais esforço é dar-te só o melhor de mim. Quero lá chegar, oxalá saibas esperar.

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Dois mil e dezoito

Dois mil e dezoito

De acordo com o #2018bestnine, estas foram as minhas melhores nove partilhas no Instagram. Não digo que concordo ou não, porque nem sequer me lembro de todas. Digo, isso sim, que gosto de olhar para o ano desta forma simples. Que o próximo ano traga a mesma disponibilidade (mental, que tempo quase não é preciso) para descobrir o que há de singular nos dias.

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Boas Festas

Boas Festas

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Gostos

– Sempre livros. Queria dar-te alguma coisa diferente…

– E dás. Um livro diferente, que ainda não tenha lido.

– Mas eu gosto de surpresas.

– Eu sei. E eu gosto de livros.

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Este é o meu futebol

Este é o meu futebol

Um dos nossos voltou e pôs todo o estádio de pé. Não há golo mais bonito que a gratidão.

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Less face, more book

A verdade é essa, abandonar o Facebook tem feito tão bem às minhas leituras…

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Pão da Terra

Pão da Terra

O pão de trigo e centeio é bom. O de trigo também. O pão de trigo e alfarroba é muito bom. O de espelta também. O pão de trigo e centeio com azeitonas é excelente. O pão de trigo e centeio com nozes e passas é uma verdadeira maravilha, com defeito único de acabar depressa. Todos estes pães são feitos com uma base de apenas três ingredientes: farinha (moída em mó de pedra), água e sal. O processo de fermentação é natural. Um pão mais saudável, portanto, e uma solução para fintar de forma segura a alergia às proteínas do leite de vaca (APLV), por exemplo. Podem encontrá-los no Mercado Municipal de Matosinhos, na padaria Pão da Terra. O difícil, depois, é esquecê-los.

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Formas de subir

Há duas formas de subir à Biblioteca Municipal Florbela Espanca: por escadas ou por rampas. Já lá dentro, há também duas formas de aceder aos seus pisos superiores: por escadas ou por elevador. E depois há os livros, que, bem usados, elevam ainda mais.

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Esquecer a vida por uma espécie de conforto imediato. Que nunca de tal me lembre.

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Joga bonito

Joga bonito

Vai, pequenino, joga bonito. Joga como te der prazer. Joga livre. Erra os passes que tiveres que errar. Recupera a bola e volta a jogar da forma que te sentires feliz. Joga com essa tua traquinice. Joga com o teu embaraço. Joga com a tua independência. Quando sentires que é importante, joga-te por inteiro, com vontade e determinação. Quando estiveres cansado, pede ajuda, que eu jogo um bocadinho contigo. A sério, eu sempre gostei de futebol. Joga com confiança. Joga com alegria. Joga sempre com ideia de avançares, mesmo quando tiveres que recuar. Joga simples, quando tiver que ser. Atira à baliza sempre que puderes. Cada golo teu vai ser um golo meu, um golo nosso.

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Fragmagens

Estar aqui continua a ser muito bom. Entre livros, música, fotografia e o que mais apetecer. Estar aqui sem obrigações e sem imposições. Estar aqui é melhor do que estar em sítios cheios de gente que não anda à procura de nada, sítios cheios de barulho, de distracções e, principalmente, de confusão. Estar aqui é um sossego que me faz bem. Já não sei há quantos anos aqui estou, mas é por aqui que vou continuar. Todos os dias ou só quando o rei fizer anos, vou estar aqui.

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As crianças são o melhor dicionário do mundo

– Tenho saudades do bolo.

É assim que uma criança que ainda não tem três anos me faz pensar na fome como uma saudade sentida pela barriga. E, ao contrário, encontrar definição para saudade numa fome do coração.

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10 anos

10 anos

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Vítor Baía

Vítor Baía

Foi há 30 anos que, nos palcos maiores do nosso futebol, apareceu Vítor Baía. Eu era novo, muito novo. Lembro-me de pouca coisa dessa altura, mas lembro-me dessa estreia. Lembro também muitas defesas e muitos títulos. Lembro uma elegância que creio só ter encontrado par, nos nossos relvados, num grande Preud’homme – posso ter esquecido alguém, mas não terão sido muitos. Lembro as Antas e lembro o meu avô, que na altura era o meu futebol todo. Obrigado por tudo, Baía. Dos títulos às lembranças.

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Desesperar

Para um livro estar perdido, numa biblioteca, basta estar fora do seu lugar. Para um homem estar perdido, numa biblioteca, basta estar à procura desse mesmo livro. O livro, que remédio, sabe esperar. Ao homem resta desesperar.

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Dia de Portugal

Dia de Portugal

Já foi um país à procura do resto do mundo e agora é um país à procura de si próprio. Mas continua a ser o sítio certo para se viver. Saibamos fazer a nossa parte.

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Dia Mundial do Ambiente

O Dia Mundial do Ambiente, este ano especialmente voltado para o combate à poluição plástica, foi hoje. Para o celebrar, partilho um trabalho incrível de Mandy Barker, que utiliza plástico apanhado nas praias ou até mesmo em animais mortos.

Estranhamente bonito, o que se pode fazer com o que nos condena. O Dia Mundial do Ambiente foi hoje, mas tem que ser lembrado todos os dias.

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Erro de conjugação

Se é EUtanásia, por que raio hão-de ser ELES a decidir?

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Philip Roth

Philip Roth

Pode dizer-se que já lhe li alguma coisa. Umas vezes assoberbado, como em Pastoral Americana, outras vezes menos entusiasmado, como num mais inicial O Complexo de Portnoy, mas sempre capaz de reconhecer nas suas palavras uma prosa intensa e de muita qualidade. Deixa-nos hoje. Sem Prémio Nobel, mas com a mais difícil promessa de se vir a tornar num clássico.

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Déjà Binet

Começar o dia a olhar para HHhH, de Laurent Binet, na biblioteca, e acabar o dia a ver a adaptação cinematográfica do livro.

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