Category Archives: Fotografia

Clássico

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Liverpool

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#peoplewalking

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Na fronteira da noite

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Porto. Portugal.

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🙂

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🎄

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Hoje é dia de dizer muito com pouco: Feliz Natal, na companhia física e sentimental de todos os que nos são queridos! Que os sonhos engordem e se cumpram!

Caos calmo

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Pau Buscató

Pau Buscató

@Pau Buscató

O atraso com que descobri Pau Buscató – obrigado, P3 – consegue ser superior ao tempo que levamos a descobrir todos os detalhes das suas fotografias. É uma satisfação tê-lo descoberto e é uma amargura só o ter feito agora. O que o fotógrafo catalão faz é uma maravilha para a vista e um desafio para a percepção. É fotografia para ver, rever e observar com atenção. Há tanto cuidado e tanta intenção em cada disparo que até espanta ser fotografia de rua.  Vale a pena espreitar a galeria de fotografias e a breve entrevista que o P3 partilha. Vale tanto a pena que dificilmente se evita uma visita ao site oficial do fotógrafo, em busca de mais enigmas visuais.

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Fia-te nessa…

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🔵⚪️

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Morning blues

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História sem fim

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Manhã submersa (mais uma)

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Uma espera sem propósito 

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Ficheiros pouco secretos

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Venezuela

Sou português, nascido no Porto, crescido na Aguda e a envelhecer em Matosinhos. Sou quase tudo daqui, deste rectângulo com varanda para o Atlântico, mas moram em mim mais dois países, um que nunca pisei, nas quentes terras africanas, e outro por onde gatinhei, num canto latino voltado para as Caraíbas. Do primeiro, Angola, enchi-me de memórias e paixões familiares. Histórias maravilhosas de um território tão próspero que parecia nascido do verbo dar. Do segundo, a Venezuela, trouxe na bagagem palavras que acabei por transformar e que só mais tarde percebi de onde vinham. Também daí me enchi de boas histórias familiares. Algumas que, por muito que me incluam, não consigo ter como minhas, tão cedo de lá regressei. Em todas, no entanto, mesmo nas melhores, nas mais felizes, arrastam-se palavras que não foram ditas ou escritas. Cuidado. Cautela. Atenção. Essas palavras que, no fundo, me fizeram voar para fora da asa materna. Cuidado. Cautela. Atenção. Vim ter com a abuelita e o abuelito que, deste lado, passaram a ser só balita e balito. Aportuguesei as palavras e fiz do meu fado seguinte olhar para o céu. De fralda, sentado no degrau cimeiro da casa dos meus avós, à procura do avião que traria os meus pais. Cuidado. Cautela. Atenção. Nessa altura, a Venezuela não era só um conto de misses. Nem hoje.
A atravessar uma crise política que já está marcada a sangue, o país mostra que não está maduro. O que lá se vive – e que me toca de forma algo especial – deve ser visto nas fotografias reunidas no sempre brilhante The Big Picture, do The Boston Globe. Não há melhor forma de contar as coisas. Cuidado. Cautela. Atenção. A Venezuela tem que largar estas palavras.

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Uma teia especial

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Alentejo

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Heterónimos

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