Tag Archives: Livros

Acredite quem quiser

Já me comprometi: só levarei um livro para as férias!

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#capaspossíveis

A ideia nasceu com tempo contado, já que foi pensada para o instagram stories. Só que o exercício acabou por me interessar mais do que era previsível e ficou difícil aceitar a volatilidade das vinte e quatro horas, pelo que as #capaspossíveis passarão a ser publicadas também aqui. O conceito é fotografar o que, por qualquer motivo, possa lembrar um determinado livro e preparar uma possível capa para o mesmo. Acontece tudo no telemóvel, da fotografia à edição do texto. Acontece tudo no espaço máximo de um dia, da captura da fotografia à publicação.

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Recuar à lista de Natal

Por altura do Natal, deixei aqui uma breve lista de desejos literários. Eram três.
A piada infinitaArco-íris da gravidadeCama de gato
Prestes a terminar Março, o Natal cumpre-se: o primeiro já está lido, o segundo começou a ser lido e o terceiro acompanhou-me ontem no regresso a casa, depois de mais um Dia do Aderente Fnac. Confirma-se assim que o Natal é realmente quando o homem quiser.

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E vice-versa

Se há coisa que me desagrada na escrita, é o prejuízo para a leitura.

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Divulgação

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Entrevista à Booktailors

Se me bastam os prazeres e ensinamentos que retiro do que leio, a verdade é que me sobra contentamento por ter merecido o convite da Booktailors para uma entrevista. Enquanto leitor, não podia aspirar a muito mais. Abro o separador relativo às entrevistas e fico, algo envergonhado, a olhar para os outros nomes. Espero que esta não tenha sido uma relação parasita e que consigam encontrar algum interesse nas minhas respostas. Resta-me, incapaz de dissimular um certo orgulho, agradecer o convite. Foi um prazer.

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Winkingbooks

O número de utilizadores da plataforma vai aumentando e, com isso, vai aumentando a dificuldade em conseguir o que se procura (é preciso estar em cima do acontecimento). Ainda assim, de vez em quando, lá dá para fazer uma graça. Aqui estão os mais recentes inquilinos das prateleiras cá de casa. Sem custo (a não ser o dos envios que se vão fazendo, por norma inferiores a 1€). Que esperam para experimentar?

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Colecção Mil Folhas

No seguimento da entrada anterior, fica aqui uma tabela que faz o ponto da situação da colecção. Volto a agradecer a disponibilidade demonstrada na ajuda.
Colecção Mil Folhas

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Agradecer em silêncio

Quando me mudei de casa dos meus pais, uma das coisas que trouxe foi uma caixa de livros que a minha mãe, uns anos antes, decidiu ir juntando. Por essa altura, os meus hábitos de leitura eram mais moderados, mas há coisas que, para uma mãe, o futuro não consegue esconder. Os livros em questão pertencem a uma colecção que o Público lançou e integra muitos títulos que se podem considerar obrigatórios em qualquer biblioteca. Borges, Faulkner, Kafka, Dostoiévski, Mann, Joyce, Conrad, Nabokov, entre outros, estão todos lá. Durante algum tempo, uma vez por semana, era garantido que a minha mãe pensava em mim. Foi assim durante sessenta semanas, precisamente o número de livros que trouxe na já referida caixa. Depois disso, o Público decidiu dar continuidade a essa colecção e, na sua terceira série, publicou mais umas dezenas de livros. Por razões que não recordo e não importam agora, esses últimos títulos escaparam à atenção da minha mãe. Hoje, porque lhe estou imensamente agradecido pela caixa que me entregou, ando à procura de completar a colecção. Há muito esgotada, os livros que a compõem só se conseguem ir encontrando em leilões ou em grupos de troca e venda de livros. Dos números que me faltavam, já consegui apanhar três (e deitar olho a outros dois). Tudo numa semana, como que a justificar a esperança de valorizar o que a minha mãe me deixou. Neste caso, são livros, mas a intenção é fazê-lo com tudo. É um agradecimento silencioso, mas é também o mais sentido.

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Simbiose imperfeita

A leitura dá uma mão à vida. A vida é que nem sempre pode retribuir.

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Roteiro literário


Começar pela Barcelona de Marsé, passar pela Varsóvia de Gombrowicz e terminar por terras russas. Vai ser viagem para os próximos meses.

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Um abraço de Juan Marsé

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[Trouxe-mo o Mário Rufino, a quem agradeço muito.]

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A insustentável leveza de um livro

Há dias, na Prova Oral, a conversa era entre Fernando Alvim, Xana Alves e Nuno Camarneiro. O tema, como e óbvio, foram os livros. A determinada altura, os apresentadores do programa mostraram alguma estranheza para com as pessoas que andam na rua com livros grandes. Diziam que, para quem anda de transportes públicos ou aproveita a hora de almoço para ler, o ideal eram os livros de bolso. Chegaram a afirmar que quem anda na rua com um “tijolo de papel” pretende apenas fazer uma espécie de statement, mostrar-se mais culto do que realmente é. Nuno Camarneiro não foi tão longe, mas também não contrariou. Ora, como generalização que se preze, esta ideia não falhará poucas vezes. Pessoalmente, não avalio um livro pelo tamanho: já li coisas brilhantes com menos de cem páginas em livro de bolso (A morte de Ivan Ilitch, por exemplo) e coisas bem menos interessantes com mais de trezentas páginas (Os predadores, também como exemplo). Acontece que, quando o livro é realmente bom, quando a escrita realmente prende, um livro grande consegue outro impacto, outra abrangência. Se a ideia de um livro é encadernar o mundo, a vida, fica mais fácil consegui-lo em muitas páginas. Não vejo como é que o número de páginas de um livro pode ser visto como uma demonstração de intelectualidade. Um livro desperta-me interesse por alguns motivos: autor, título, capa, sinopse ou crítica lida; nunca o número de páginas. Segundo a teoria de Alvim e Xana Alves, se um livro que me despertou interesse tiver mais de umas trezentas páginas, só porque vou ler fora de casa, devo dispensá-lo e procurar um mais cómodo livrinho de bolso? Que escolha redutora. Que teoria redutora.

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A paixão aos livros


[Via Pó dos Livros]

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Levantamento (a título de curiosidade)

O que se lê desse lado?

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Estrelinhas e entrelinhas

Por ter levado algum tempo a ler tudo o que se foi comentando, só agora trago à baila uma discussão que já tem uns dias. Tudo começou com um post de Maria do Rosário Pedreira sobre uma crítica de José Riço Direitinho a um livro de Valter Hugo Mãe. Não, tudo começou com a tal crítica a O filho de mil homens, ou com as estrelinhas a ele atribuídas. Entre gente que leu a crítica, gente que leu o livro e gente que não leu uma coisa nem outra, a discussão conta já com 119 comentários.
Nas entrelinhas, levantam-se suspeitas, trocam-se acusações e o essencial (escrito num ou noutro comentário) fica para segundo plano:
1) A crítica literária pode partir de qualquer um (depois haverá sempre os mais capazes, os mais preparados), em qualquer situação (idade, sexo e credo),desde que tenha lido o livro em causa;
2) A crítica literária é tão mais pessoal quanto o gostar do azul e não do vermelho;
3) A crítica literária é, desde que não sirva para achincalhar ou insultar, obrigatoriamente aceitável (concorde-se mais, menos, ou nada);
3) Atribuir entre zero e cinco estrelinhas a um livro é tarefa complicada  e redutora (haverá o três que é quase quatro, o três que só é três porque é ligeiramente superior ao outro que foi dois);
4) As estrelinhas que alguém atribui a um livro só podem comparar-se com outras por si atribuídas (consequência do ponto 2);
5) As estrelinhas atribuídas a um livro de um determinado género literário não podem ser comparadas com as atribuídas a livros de outro género (até podem, mas é comparar o coiso com as calças);
6) Todos os géneros literários têm os seus zeros e cincos;
Espécie de corolário) As opiniões são como as vaginas: cada um tem a sua e quem quiser dá-la, dá-a.
Conclusão) Como referi inicialmente, levei algum tempo a ler tudo o que foi escrito a propósito do post de Maria do Rosário Pedreira. Tempo que tinha sido tão bem aplicado na leitura que tenho em mãos

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Refúgio

É por uma paisagem destas que, desde ontem, tenho andado. Mesmo sem ter saído de casa, mesmo sem ter deixado de ir trabalhar e de cumprir com as habituais rotinas. É essa a magia de um livro.

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Quiz [IX]

Há mais de dois anos que aqui não deixava um Quiz. Se nos números anteriores, os temas foram sempre música e/ou cinema, desta vez é literatura. O que se pretende é que a imagem que se segue sirva para chegar ao título de um livro.

[Tão fácil como perceber que a manipulação da imagem não é o meu forte.]
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E nós, quem somos?

E nós, quem somos?

[Via Bibliotecário de Babel, via Livreira Anarquista.]

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Breve levantamento literário

Um dia entre praia e piscina. O suficiente para ver três Victoria Hislop, dois Paulo Coelho, dois Dan Brown e um Joanne Harris, entre outros. Parece que é o que se lê. Nada que me desperte interesse, por enquanto.

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